ATENÇÃO FARMACÊUTICA PARA PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CRÔNICAS

Ângela Cristina Valentini, Josiane C. B Madalozzo

Resumo


Até o advento da industrialização, os farmacêuticos eram profissionais reconhecidos pela sociedade, responsáveis pela elaboração de quase todos os medicamentos. No entanto, as funções antigamente exercidas exclusivamente pelos farmacêuticos, como a pesquisa e a produção, passaram a ser realizadas pela indústria, restando ao farmacêutico as preparações extemporâneas e a dispensação de medicamentos. Com a redução da atividade artesanal da manipulação, à medida que os médicos e o consumidor deram preferência ao produto industrializado, a farmácia passou a ser considerada como posto de venda de medicamentos e como um ato puramente comercial, desvinculado de seu papel de assistência à saúde. (VALLADÃO, 1986). Os farmacêuticos passaram a ser visto como “vendedores de alto custo”, guardiões econômicos, encarregados de controlar os custos de medicamentos, mas frustrados, por não desempenharem ações em saúde, e, com isso, profissionais com pouca valorização social e científica. (CICCIA & PERETA, 2000). Esta crise de identidade exigiu mudanças na atitude profissional, que está evoluindo em direção à recuperação de um papel respeitável do farmacêutico na sociedade, com maior responsabilidade frente ao paciente.

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