RECUPERAÇÃO DE BACTÉRIAS VIÁVEIS DE DEZ PRODUTOS PROBIÓTICOS DISPONÍVEIS COMERCIALMENTE EM TRÊS CIDADES DO ESTADO DE SÃO PAULO
DOI:
https://doi.org/10.14450/2318-9312.v37.e1.a2025.pp82-87Palavras-chave:
Probióticos, Viabilidade de bactérias, meio de cultura,, condicionamento, unidade formadoras de colôniasResumo
As culturas probióticas são microrganismos vivos e, quando administradas em quantidades adequadas, proporcionam
benefícios à saúde do hospedeiro; no entanto, a qualidade dos produtos vendidos é questionável, pois alguns podem não atender com precisão às reivindicações do rótulo. Objetivo: Este trabalho teve como objetivo avaliar dez produtos probióticos disponíveis comercialmente, adquiridos em três cidades do estado de São Paulo, Brasil. Métodos: Para verificar a viabilidade das cepas probióticas, dez produtos na forma de sachês ou cápsulas foram submetidos à diluição decimal seriada, inoculados em meio de cultura MRS Agar (Man, Rogosa & Sharp - Difco®) suplementado com 0,05% de cisteína-HCl. (MRSc) e incubados a 37°C por 48 horas em atmosfera anaeróbia, para determinação do número total de Unidades Formadoras de Colônias (UFC). Resultados: Adicionalmente, foi verificada a possível presença de microrganismos contaminantes. Aproximadamente 83% apresentaram viabilidade bacteriana de acordo com o rótulo. Houve semelhanças para cada produto probiótico em relação às cidades onde foram adquiridos. Com base na morfologia colonial dos meios de cultura selectivos utilizados, não foram detectadas espécies microbianas contaminantes em nenhum dos dez produtos. Conclusão: Concluímos que as bactérias viáveis nos probióticos comercializados no Brasil, mais precisamente no estado de São Paulo, estão geralmente de acordo com o rótulo do produto.
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