TRATAMENTO DO MEDULOBLASTOMA: SEUS IMPACTOS E PERSPECTIVAS DE NOVAS TERAPIAS

Autores

  • Vanessa de Freitas Pereira Rocha Centro Universitário Celso Lisboa. Discente concluinte da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092 http://orcid.org/0009-0002-4954-0254
  • Evellyn Pereira Centro Universitário Celso Lisboa. Discente concluinte da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092 http://orcid.org/0009-0005-6266-2071
  • Francisca Ana Furtado Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092 http://orcid.org/0009-0009-5502-5612
  • Felipe Marrocos Costa Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092 http://orcid.org/0009-0006-1678-0074
  • Mayara De Lira Lial Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092 http://orcid.org/0009-0002-1326-1851
  • Helen Paredes de Souza Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Rua Marquês de Pombal, 125 - 5o andar Rio de Janeiro- RJ, 70058- 900 http://orcid.org/0000-0001-9904-2865
  • Barbara Rodrigues Geraldino Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092 http://orcid.org/0000-0002-7061-1574

DOI:

https://doi.org/10.14450/2318-9312.v36.e1.a2024.pp60-77

Palavras-chave:

Meduloblastoma, câncer infantojuvenil, quimioterapia.

Resumo

O câncer infantojuvenil é a segunda maior causa de óbitos em crianças de 5 a 14 anos. É caracterizado pela proliferação de células anormais, e pode se desenvolver em qualquer tecido do organismo. Destaca-se, nessa faixa etária, a leucemia linfoblástica aguda (26%), tumores do sistema nervoso central (21%), neuroblastoma (7%) e linfoma não-Hodgkin (6%). O meduloblastoma (MB) é um tumor sólido do sistema nervoso central (SNC) mais comum em crianças, ocorre mais frequentemente na região da fossa posterior, onde estão o cerebelo e o tronco cerebral. Apresenta metástase em 30-40% dos diagnósticos iniciais, devido à alta disseminação no líquido cefalorraquidiano. O objetivo desse trabalho foi reunir informações sobre os aspectos gerais do MB e os tratamentos associados à maior sobrevida dos pacientes. Para tal utilizamos a metodologia de revisão narrativa da literatura. Devido aos avanços tecnológicos atualmente cerca de 80% dos pacientes podem ser curados, todavia o aumento da sobrevida evidencia a persistência de efeitos colaterais limitantes na vida desses pacientes. Há uma lacuna de conhecimentos sobre os fatores de risco e a prevalência como o MB, sabendo-se somente que o período de latência na população pediátrica é mais curto e a evolução tumoral. É significativamente mais rápida que em indivíduos maduros. O líquido cefalorraquidiano (LCR) pode ser usado não apenas para diagnóstico inicial, mas também para observar as respostas ao tratamento e reincidência, acompanhando os níveis de biomarcadores após cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Novas perspectivas surgem a partir de estudos em andamento, com diferentes terapias: anticorpos monoclonais, vírus oncolíticos, células Natural Killer e células CAR-T, que prometem ser mais específicos em suas atuações, com menor perfil de efeitos tóxicos e melhor qualidade de vida para os pacientes com MB.

Biografia do Autor

Vanessa de Freitas Pereira Rocha, Centro Universitário Celso Lisboa. Discente concluinte da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092

Possui graduação em Farmácia pelo Centro Universitário Celso Lisboa(2022). Tem experiência na área de Farmácia.

Evellyn Pereira, Centro Universitário Celso Lisboa. Discente concluinte da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092

Possui graduação em Farmácia pelo Centro Universitário Celso Lisboa (2023). Atualmente é Farmacêutica do Centro Universitário Celso Lisboa. Tem experiência na área de Farmácia

Francisca Ana Furtado, Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092

Possui graduação em Farmácia pelo Centro Universitário Celso Lisboa (2022).

Felipe Marrocos Costa, Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092

Possui graduação em Farmácia pelo Centro Universitário Celso Lisboa(2023). Tem experiência na área de Farmácia.

Mayara De Lira Lial, Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092

Graduação em Farmácia.

Helen Paredes de Souza, Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Rua Marquês de Pombal, 125 - 5o andar Rio de Janeiro- RJ, 70058- 900

Possui Doutorado em Epidemiologia pelo Instituto de Medicina Social /IMS/UERJ (2014), Mestrado em Saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública/ENSP/Fiocruz (2008), Especialização em Epidemiologia para Gestores pela Johns Hopkins University (2016) e graduação pela Universidade Federal de Sergipe em Ciências Biológicas (2004). Atualmente é Tecnologista Pleno no Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva. Atua na Coordenação de Prevenção e Vigilância (CONPREV), Área Técnica "Ambiente, trabalho e câncer", onde desenvolve ações de prevenção no que se refere a exposição ambiental e ocupacional a fatores de risco associados ao desenvolvimento de câncer. É membro do comitê de ética em pesquisa do Instituto Nacional de Câncer. Possui experiência em vigilância de doenças transmissíveis e não transmissíveis, análise de situação de saúde, manipulação de bancos de dados primários e secundários, análises espaciais e estatísticas.

Barbara Rodrigues Geraldino, Centro Universitário Celso Lisboa. Docente da graduação em farmácia R. Vinte e Quatro de Maio, 797 - Engenho Novo, Rio de Janeiro - RJ, 20950-092

Bióloga, química, mestre em Saúde Pública na sub-área de Toxicologia Ambiental e Ocupacional pela Escola Nacional de Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ. Doutora pelo Programa de Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Escola de Química, na linha de pesquisa Tecnologias ambientais (EQ/UFRJ). Realizou o doutorado e o Pós-doutorado na COPPE / UFRJ na área de tecnologias ambientais com agrotóxicos e seus efeitos à saúde, fármacos e desreguladores endócrinos. Possui experiência na área de toxicologia, com ênfase em análises toxicológicas, genotoxicidade, estudos toxicológicos em populações expostas a agentes químicos carcinogênicos no ambiente. Desde 2014 é pesquisadora de desenvolvimento institucional na Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer da Coordenadoria de Prevenção e Vigilância do Instituto Nacional de Câncer (INCA).  Atua como conteudista em Curso de Atualização à distância (EAD/INCA) na disciplina Câncer relacionado ao Trabalho e ao Ambiente e é docente do Centro Universitário Celso Lisboa desde agosto de 2007.

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Publicado

2025-12-19

Como Citar

Rocha, V. de F. P., Pereira, E., Furtado, F. A., Costa, F. M., Lial, M. D. L., Souza, H. P. de, & Geraldino, B. R. (2025). TRATAMENTO DO MEDULOBLASTOMA: SEUS IMPACTOS E PERSPECTIVAS DE NOVAS TERAPIAS. Infarma - Ciências Farmacêuticas, 36(1), 60–77. https://doi.org/10.14450/2318-9312.v36.e1.a2024.pp60-77

Edição

Seção

Artigo de Revisão